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Notícia do jornal "Folha de São Paulo" de 18 de janeiro de 2009 Exército israelense diz que iniciou retirada da Faixa de Gaza Hamas anunciou cessar-fogo de uma semana para que soldados de Israel deixem o território palestino
Israel anunciou um cessar-fogo unilateral no fim da noite de sábado, mas afirmou que manterá militares no território enquanto se discute meios para prevenir que o Hamas não se rearme. O grupo palestino anunciou neste domingo que suspenderá o lançamento de foguetes e deu a Israel sete dias para retirar suas tropas do território palestino. Porém, militantes chegaram a disparar dois foguetes contra Israel após o anúncio da trégua imediata, segundo afirmou a polícia israelense. "Um foguete atingiu a área de Netivot e o outro uma vila no sul de Israel", disse o porta-voz da polícia, Micky Rosenfeld. Não houve mortes decorrentes dos ataques. O grupo militante enfatizou que a trégua será temporária a menos que Israel atenda essas exigências. O vice-líder do Hamas, Moussa Abu Marzouk, em um pronunciamento na televisão síria, declarou cessar-fogo com Israel em Gaza em nome de todos grupos armados de militantes palestinos. Ele acrescentou que a trégua durará uma semana, de forma a permitir que Israel retire todas as tropas da Faixa de Gaza e remova os bloqueios da região, facilitando a passagem de ajuda humanitária. A trégua unilateral declarada por Israel teve início às 2h (horário local, 22h em Brasília). Horas depois, a cidade israelense de Sderot foi atingida por cinco foguetes que não deixaram vítimas, segundo um porta-voz militar israelense. Os ataques não são surpresa. O Hamas disse que não aceitaria a presença de forças israelenses na Faixa de Gaza e que "continuaria a resistir". Israel disse que a retirada total da região depende de um cessar-fogo do Hamas. No que aparentemente foi uma resposta militar limitada ao lançamento de foguetes, aviões israelenses atingiram o local de onde os artefatos foram disparados. Os grupos de militantes Jihad Islâmica e Comitê Popular para a Resistência assumiram a responsabilidade dos ataques. Horas mais tarde, um outro foguete foi lançado contra Israel, segundo o porta-voz militar. O ataque foi reivindicado pelo braço armado do Hamas. O premiê israelense afirmou que não trará de volta suas tropas até que o Hamas pare seus ataques completamente e ameaçou responder com força a qualquer ataque a soldados israelenses ou disparos de foguetes contra o território de Israel. Pouco após a retaliação desta manhã, o primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, disse que o cessar-fogo unilateral declarado no sábado era "frágil" e que estava sendo reavaliado "minuto a minuto". Comentário: (clique sobre os textos em destaque para mais informações) Obrigado aos que oraram. Recebemos manifestações de várias partes do Brasil e do mundo em oração pela paz na região. O que ocorreu hoje já um começo, porém é óbvio que não é um acordo de paz verdadeiro, somente uma trégua, que (humanamente) esperamos ser duradoura. Gostaríamos de enfatizar (e até repetir) alguns pontos a respeito do Oriente Médio:
Como cristãos, é importante termos em mente que o Estado de Israel foi uma promessa do Senhor, que a cumpriu conforme Ezequiel 37, mesmo que o Hamas nunca aceite a existência da nação israelense. O povo judeu continua sendo o povo da aliança de Deus e nós somos enxertados na mesma aliança conforme Romanos 11. Outra coisa: tanto o povo judeu como o povo árabe tem o mesmo pai: Abraão. Por isso, Deus faz a promessa da reconciliação entre árabes e judeus, conforme Isaías 19:19-25 (leia o final deste comentário). Portanto, o nosso papel como cristão é realmente reconhecer que Israel é a nação da promessa do Senhor, que deve ser defendida e que toda nação que se alinhar contra Israel, estará na realidade alinhando-se ao sistema do anticristo num futuro próximo. Porém, não é o papel do cristão "ser a favor dos judeus e contra os árabes", mas deve ser o de interceder pela reconciliação entre os dois povos. Devemos, sim, ser contra as mortes, os conflitos (sempre injustos) na região, e o flagelo que está ocorrendo com a população palestina e israelense inocente da Faixa de Gaza, que sofre consequências das ofensivas entre Israel e o Hamas. Recomendamos que assistam ao vídeo sobre as tentativas de partilha da terra entre palestinos e judeus para se entender melhor o conflito. Clique aqui para assistir ao vídeo. Portanto, pedimos que vocês intercedam por estes pontos específicos urgentes em suas orações:
Continuem intercedendo pela paz em Jerusalém, pela reconciliação entre árabes e judeus. Nenhuma das partes está correta: nem Israel, com as ofensivas brutais, nem a Palestina, por permitir as ações dos militantes do Hamas. Como cristãos, não podemos permanecer alheios à situação, mas sim temos que entender a mecânica dos acontecimentos no Oriente Médio. Muitos ficam invariavelmente do lado dos judeus, outros dos palestinos nesta hora. Na realidade, a questão é bem mais profunda do que isto. Estude os sinais do tempo do fim, clicando aqui.
Uma observação importante: orar pela paz em Jerusalém não significa ser a favor ddos judeus e contra os árabes, como muitos deduzem e acabam, por fim, discriminando os árabes. Nossa luta não é contra as pessoas (Efésios 6:12). Lembrem-se que Ismael e Isaque pertencem à mesma semente de Abraão. E Deus promete reconciliar os povos novamente no final dos tempos, durante o Reino Milenar de Cristo, conforme Isaías 19:19-25: "Naquele tempo o Senhor terá um altar no meio da terra do Egito, e uma coluna se erigirá ao Senhor, junto da sua fronteira. E servirá de sinal e de testemunho ao Senhor dos Exércitos na terra do Egito, porque ao Senhor clamarão por causa dos opressores, e ele lhes enviará um salvador e um protetor, que os livrará. E o Senhor se dará a conhecer ao Egito, e os egípcios conhecerão ao Senhor naquele dia, e o adorarão com sacrifícios e ofertas, e farão votos ao Senhor, e os cumprirão. E ferirá o Senhor ao Egito, ferirá e o curará; e converter-se-ão ao Senhor, e mover-se-á às suas orações, e os curará; 23 Naquele dia haverá estrada do Egito até à Assíria, e os assírios virão ao Egito, e os egípcios irão à Assíria; e os egípcios servirão com os assírios. Naquele dia Israel será o terceiro com os egípcios e os assírios, uma bênção no meio da terra. Porque o Senhor dos Exércitos os abençoará, dizendo: Bendito seja o Egito, meu povo, e a Assíria, obra de minhas mãos, e Israel, minha herança." Vocês podem até pensar: "Mas se Deus já vai fazer isso mesmo, porque preciso orar pela paz de Jerusalém?". A resposta é que a intercessão muda a história, e a intercessão nesse sentido poderá muito bem acelerar a volta de Cristo e o cumprimento dessa profecia de reconciliação entre árabes e judeus! Houve muita intercessão (desde 1814) antes de se fundar oEstado de Israel em 1948- o processo foi acelerado - o Estado de Israel é uma realidade! E será assim também se intercedermos pelo Oriente Médio, porque Deus nunca muda e Ele cumpre Sua Palavra! Estude os sinais do tempo do fim, clicando aqui. A Paz do Senhor a Todos! 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