Notícia do jornal "O Estado de São Paulo" de 29 de julho de 2005

http://www.estadao.com.br/internacional/noticias/2005/jul/29/6.htm

G-4 aguarda aval africano à proposta de reforma na ONU

Brasília - As chancelarias do Brasil, da Alemanha, da Índia e do Japão esperam receber hoje o aval dos países da África sobre uma proposta comum para a reforma do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Trata-se de um acordo fechado na última segunda-feira, em Londres, que ainda precisaria ser ratificado pelos chefes de Estado africanos. Na melhor das hipóteses, a resposta afirmativa da União Africana (UA) permitiria a esses quatro países, que formam o chamado Grupo dos Quatro (G-4) - grupo que reivindica assento permanente no Conselho -, colocar a nova versão do projeto em votação ainda hoje ou no início da próxima semana na Assembléia Geral da ONU, com reais chances de aprovação.

A possibilidade de atraso, entretanto, é considerada pelo Itamaraty. Diplomatas brasileiros consideram que os 53 países africanos podem se decidir pela convocação de uma reunião de alto nível na sede da UA, em Adis Abeba (Etiópia), na próxima semana, para a formalização de um possível consenso da região sobre o acordo. Essa hipótese tenderia a atrasar todo o processo e a dar mais tempo para a atuação do grupo favorável a uma reforma superficial na composição do Conselho - o chamado Coffee Club ou União para o Consenso, composto pela Argentina, México, Itália, Espanha, Coréia do Sul e Paquistão.

O Itamaraty acredita que vale à pena esperar um pouco mais e atrasar a apresentação da proposta comum, uma vez que há real possibilidade de os governos da maioria dos países africanos sacramentar essa aliança. Mesmo que nem todos os africanos sejam favoráveis a esse projeto de reforma - como são os casos da Argélia e da Líbia -, o apoio da maioria da UA significaria a sua aprovação com folga pela Assembléia Geral. Mesmo que seja formalizado em agosto, o Itamaraty acredita que será possível a votação do projeto na primeira semana de setembro.

O acordo fechado entre os chanceleres do G-4 e representantes de 18 dos 53 países africanos, em Londres, flexibilizou as propostas originais dos dois grupos. Os africanos concordaram com a idéia do G-4 de que os novos membros permanentes do Conselho de Segurança não se valham do poder de veto por um período de 15 anos. Esse poder continuaria, nesse período, apenas nas mãos dos atuais membros permanentes - Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, a China e Rússia.

O G-4, por sua vez, concordou com os africanos sobre a criação de mais uma cadeira não-permanente no Conselho. Em vez de dez, como estava em sua proposta, agora defenderá onze assentos - um dos quais seria rotativo para América Latina, África, Ásia e países do Pacífico.

Comentário: (clique sobre os textos em destaque par a mais informações)

Atualmente, ocupam as 5 cadeiras fixas EUA, Rússia, China, Reino Unido e França. Os outros 10 membros são rotativos pelo período de 2 anos (clique aqui para mais detalhes). Desde novembro de 2004, vários países começaram a se manifestar para que este número de cadeiras seja aumentado. A ONU, então, criou um projeto de expandir suas cadeiras fixas do Conselho de Segurança de 5 para 10 membros. Como tudo na ONU se decide por meio de eleições, existem duas chapas de projeto:

  • O G-4, formado por Brasil, Índia, Alemanha e Japão, que propõe a criação de seis novos assentos permanentes no Conselho: neste caso, os membros com cadeiras permanentes passariam de 5 para 11;
  • O grupo o grupo União Para o Consenso, liderada por Paquistão, Itália e Argentina, que propõe a criação de dez novos membros rotativos, não permanentes, para o órgão: neste caso, os membros com cadeiras fixas continuariam sendo 5, só que os membros rotativos aumentariam de 10 para 20.

Percebam que a proposta do G-4 praticamente cumpre a profecia bíblica. Ora, ao se expandir de 5 para 11 cadeiras fixas, estes 11 líderes mundiais definirão o futuro da segurança mundial. Não sabemos qual projeto vencerá, mas fato é que a Bíblia prevê 10 reis sob o comando do anticristo.

Então porque 11 cadeiras permanentes? Esta cadeira de número 11 será o anticristo governando os dez reis (as outras 10 cadeiras). Todo conselho tem que ter um líder e ,sem sombra de dúvida, o próximo passo da ONU após a expansão das cadeiras será estabelecer um líder para o Conselho de Segurança. A Bíblia prevê exatamente este ambiente de onde surgirá o anticristo. Veja o que a Palavra nos diz:

  • Daniel 7:7-8
    "Depois disto, eu continuava olhando, em visões noturnas, e eis aqui o quarto animal, terrível e espantoso, e muito forte, o qual tinha grandes dentes de ferro; ele devorava e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele, e tinha dez chifres. Eu considerava os chifres, e eis que entre eles subiu outro chifre, pequeno, diante do qual três dos primeiros chifres foram arrancados; e eis que neste chifre havia olhos, como os de homem, e uma boca que falava grandes coisas."
  • Daniel 7:24
    "Quanto aos dez chifres, daquele mesmo reino se levantarão dez reis; e depois deles se levantará outro, o quál será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis."
  • Apocalipse 17:12
    "Os dez chifres que viste são dez reis, os quais ainda não receberam o reino, mas receberão autoridade, como reis, por uma hora, juntamente com a besta."

Notem que, em Daniel 7:8, o chifre menor representa o anticristo governando os outros dez reis. Em Daniel 7:24, o Espírito Santo revela ao profeta Daniel que o anticristo governará estes dez reis e ainda matará a três reis que se rebelarão contra ele.

Em Apocalipse 17:12 João tem a mesma revelação do anticristo (a besta) governando dez outros líderes mundiais. Por isto, há um fortíssimo indício de que o anticristo despontará como líder mundial de dentro da ONU.

Vale lembrar também que poderemos até conhecer quem será o anticristo despontando como líder do Conselho de Segurança da ONU, mas quando ele despontar como governador mundial, já estaremos arrebatados e para sempre vivendo com o Senhor Jesus! Maranata!

Fiquemos atentos para as próximas notícias em relação a este assunto.

Estude mais sobre o papel da ONU no final dos tempos clicando aqui.

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